E voltamos com mais uma coluna de sucesso!!! ENTRE BICHAS!! Digo, Entrevistas!! E voltamos em grande estilo, com “a former Champion” da época de ouro da COEK: André “Mad Hawk” Falcão.
E aí, mano?? Manda a letra!!
1. Nome completo: André de Lima Falcão
2. Idade: 33
3. Apelido COEK: MadHawk
4. Apelido não COEK: Falcão
5. Pista preferida: Volta Redonda (mais maneira), Extra Barra (mais cômoda)
6. Pista odiada: Top Kart Tijuca (Pista mata-gordo)
7. Comida predileta: Sorvete (vira comida se ingerido em grandes quantidades...hehe)
8. Bebida favorita: Cerveja Belga
9. Bebida para pegar mulher: Nenhuma, não pego mais ninguém.
10. Picanha, Chuleta ou Maminha? Picanha Nobre na Pedra Vulcânica, por favor.
11. Tanque meio cheio ou meio vazio? Meio vazio, mas por um lado positivo, pois o kart fica mais leve
12. Qualidade na pista: Já fui bom, agora sou medíocre. Fazer o que?
13. Defeito na pista: Já vi um monte, desde buraco até poça...hehehe. Na pista e fora dela, a falta de preparo físico é o que atrapalha mais.
14. Tem inimigos na pista? Tenho, a pista!!!
15. Corrida inesquecível: A vitória contra o Poito, cabeça a cabeça na última reta no Premium.
16. Qual a figura do seu capacete? Era um falcão, agora tá mais pra pomba rola.
17. Último pensamento antes de entrar na pista: “Qual era o número do meu carro mesmo?”
18. André por André: O MadHawk tá vivendo de passado, mas não desiste nunca. Um dia ainda vai voltar a brilhar e só depende dele. Rola uma certa muquiranagem saudável e uma cabeça quente que está conseguindo administrar nos últimos anos. Uma coisa é certa, corre porque gosta de kart, competir e encontrar a galera. Ganhar era bom, mas nem lembra mais direito como era.
19. Recado para a galera: Aprendi muito com meus erros de comportamento no passado e sei que é fácil nos perdermos no sentimento de competição e esquecermos que estamos lá para nos divertir. Somos todos amigos que gostam de correr. Vamos começar a dar menos valor a uma vitória e mais a uma corrida limpa e bonita de se ver. Desejo a todos sorte, serenidade e que continuemos a correr sempre.
Então, é isso. Vemos que, pelas resbostas, realmente o Falcão está virando moça. Mas antes de zoar, lembre-se: como tem andado lento, ele está sempre atrás de você. Pense nisso...
Maaaaaravilha, Alberto!! Essa foi mais uma Entre... bichas. Não deixe de votar na enquete (eu disse EN...quete).
A próxima etapa está chegando. Acompanhe no blog o local e a data.
E comenta esta merda, senão, JÁ SABE!!!! Vais ficar um mês ouvindo a porra da musiquinha!!!
(Que musiquinha?????
Pôneis malditos, pôneis malditos,/
Venha com a gente atolar!/
Odeio lama, odeio grama (que nojinho!!)/
Não vou sair do lugar!! (Te quiero...))
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Saga "O Corredor"
Primeiro capítulo
Na pequena cidade de Itaquaquecetuba do Norte, havia um garoto que acordava cedo todos os dias para trabalhar na oficina com seu pai, um exímio mecânico de karts. Seu nome é Cartolino. Cartolino era um garoto que, como eu, amava o Fievel e o Ronnie Von. Com folga às segundas, trabalhava com afinco para manter o nível de qualidade que era preciso nestes pequenos possantes dos enormes amantes da velocidade.
Apesar de adorar este meio, Cartolino nunca havia tido a oportunidade de pilotar os maravilhosos bólidos. Sem renda para comprar um, vivia de observar e desejar um dia virar piloto famoso, onde poderia dar uma vida melhor para seus pais.
Um dia, um piloto, a observar a dedicação de Lino no cuidado com seu kart, oferece a ele a oportunidade tão sonhada.
- Ei, pequenino! Gostaria de pilotá-lo?
- É sério??
- E porque não seria?
- É claro que sim!!
- Então coloque o macacão e vamos pra pista.
Cartolino não se continha em alegria. Correu para o vestiário e pôs-se a vestir o surrado macacão. Colocou o capacete, as luvas e sentou, extasiado, no kart do piloto desconhecido. Suas mãos tremiam. Seu pai deu a partida no bólido e o piloto disse: “Acelere!!” Mas Cartolino não pôde. A porta da garagem estava fechada.
Seu pai correu para abrir. Ao ver a luz brotando da borda da porta, Lino acelerou com tudo. E deu de cara na porta, que ainda não havia sido totalmente aberta, e caiu do kart. Apesar do susto, subiu novamente no kart e acelerou, agora com pista livre e sem contratempos.
Antes de sair dos boxes, ainda deu umas raspadas no muro, já que nunca havia pilotado um daqueles. A primeira volta foi de conhecimento. Do circuito, pois nunca havia passado da garagem dos boxes. Na segunda, com mais coragem, começou a mostrar alguma habilidade na pilotagem. E assim foi por 10 voltas.
Ao retornar aos boxes, Cartolino não se continha dentro do macacão. Ele havia ficado pequeno, mas como nunca o havia vestido, não tinha percebido. Feliz como nunca antes, abraçou o pai e agradeceu ao piloto desconhecido. Vendo a felicidade do garoto, ofereceu umas aulas ao pequeno, e afirmando que se ele respondesse na pista aos ensinamentos, lhe daria um kart e uma vaga no campeonato do ano seguinte.
Lino abraçou o piloto tão forte que ele quase desmaiou sem oxigênio. Recomposto, marcaram as aulas e Lino voltou ao boxe para terminar o serviço do dia. Ao chegar em casa, contou a novidade a sua mãe, que ficou exultante. Jantaram e foram dormir, com a esperança de conseguir realizar seu grande sonho.
Cartolino aprenderá a pilotar? Conseguirá controlar a ansiedade e aprender as técnicas com o piloto desconhecido? Não perca o próximo capítulo da saga “O Corredor”.
Na pequena cidade de Itaquaquecetuba do Norte, havia um garoto que acordava cedo todos os dias para trabalhar na oficina com seu pai, um exímio mecânico de karts. Seu nome é Cartolino. Cartolino era um garoto que, como eu, amava o Fievel e o Ronnie Von. Com folga às segundas, trabalhava com afinco para manter o nível de qualidade que era preciso nestes pequenos possantes dos enormes amantes da velocidade.
Apesar de adorar este meio, Cartolino nunca havia tido a oportunidade de pilotar os maravilhosos bólidos. Sem renda para comprar um, vivia de observar e desejar um dia virar piloto famoso, onde poderia dar uma vida melhor para seus pais.
Um dia, um piloto, a observar a dedicação de Lino no cuidado com seu kart, oferece a ele a oportunidade tão sonhada.
- Ei, pequenino! Gostaria de pilotá-lo?
- É sério??
- E porque não seria?
- É claro que sim!!
- Então coloque o macacão e vamos pra pista.
Cartolino não se continha em alegria. Correu para o vestiário e pôs-se a vestir o surrado macacão. Colocou o capacete, as luvas e sentou, extasiado, no kart do piloto desconhecido. Suas mãos tremiam. Seu pai deu a partida no bólido e o piloto disse: “Acelere!!” Mas Cartolino não pôde. A porta da garagem estava fechada.
Seu pai correu para abrir. Ao ver a luz brotando da borda da porta, Lino acelerou com tudo. E deu de cara na porta, que ainda não havia sido totalmente aberta, e caiu do kart. Apesar do susto, subiu novamente no kart e acelerou, agora com pista livre e sem contratempos.
Antes de sair dos boxes, ainda deu umas raspadas no muro, já que nunca havia pilotado um daqueles. A primeira volta foi de conhecimento. Do circuito, pois nunca havia passado da garagem dos boxes. Na segunda, com mais coragem, começou a mostrar alguma habilidade na pilotagem. E assim foi por 10 voltas.
Ao retornar aos boxes, Cartolino não se continha dentro do macacão. Ele havia ficado pequeno, mas como nunca o havia vestido, não tinha percebido. Feliz como nunca antes, abraçou o pai e agradeceu ao piloto desconhecido. Vendo a felicidade do garoto, ofereceu umas aulas ao pequeno, e afirmando que se ele respondesse na pista aos ensinamentos, lhe daria um kart e uma vaga no campeonato do ano seguinte.
Lino abraçou o piloto tão forte que ele quase desmaiou sem oxigênio. Recomposto, marcaram as aulas e Lino voltou ao boxe para terminar o serviço do dia. Ao chegar em casa, contou a novidade a sua mãe, que ficou exultante. Jantaram e foram dormir, com a esperança de conseguir realizar seu grande sonho.
Cartolino aprenderá a pilotar? Conseguirá controlar a ansiedade e aprender as técnicas com o piloto desconhecido? Não perca o próximo capítulo da saga “O Corredor”.
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